segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

De Novo...



"S'audades sem "S"ensura...

domingo, 3 de janeiro de 2010

Stagefright!



É engraçado quando "ele" tem medo de se apaixonar.

Mas quais são os sintomas? “When are the alarm bells ringing”?

Não me entenda mal, a gravidade do assunto não está em se apaixonar, mas no processo de como se apaixona. É como ouvi um dia, “o amor, esquece de começar”.

Ele começa a se dar conta que algo está errado, quando elogia e o efeito é o mesmo de um tiro na água... Quando ele contempla a beleza dela e o efeito é o mesmo de observar um peixe ornamental em um aquário; a resposta é o silencio. Resumindo, temos um homem barbudo com o simples medo de ser rejeitado.

Como eu disse, nada errado em se apaixonar, o problema é o medo que isso me causa!
Me lembro de uma conversa com um amigo sobre a improbabilidade do amor reciproco e, pouco a pouco, a discussão reaparece tomando as cores acinzentadas de uma tarde, discutindo e tentando consertar um dialogo que parecia ter um final inevitável, o rompimento. Mas não foi assim o fim da estória. Pior de tudo, parece que já vi esse filme antes. Eu já vi esse filme antes! Mas quando ela pede para ele "ficar", uma pequena aresta de sol aquece a fria manta do medo.

Ops!


Voltando a falar da tal imbecil teoria do amor nunca ser reciproco, é que o amor é uma energia. Pela física, as energias se manifestam como forças, e as forças por vetores. Se lembram de suas aulas de Física? E daquela teoriazinha de que duas forcas iguais, em direcções contrárias, se anulam? Ou seja, se ele ama ela, seu amor vai em direção a ela e vice versa, logo se ambos tem essa energia, os vetores de suas forcas seriam opostas e por isso se anulariam. Ok, pode soar um tremenda idiotice o que escrevo, mas tendo em vista os fatos, fico com medo de esta coisa estapafúrdia seja verdade.


O mais engraçado é que isso contradiz muuuitas coisas em que acredito, ou quero acreditar. Eu quero acreditar que é possível duas pessoas se emocionarem pelas mesmas bobagens, sóbrios ou não, e conseguirem dar valor, de maneira íntima e inesquecível, às pequenas brincadeiras de beirada de colchão. Ou também notar a verdadeira emoção em carrega-la a um ambiente de velas e lençóis... Parece até sonho! Mas há outras coisas que eu gostaria de ver, mesmo que de novo. Eu adoraria chama-la de linda e ver suas bochechas corarem e ter como resposta o constrangimento quase infantil de um "obrigada", saindo travado pelo rosto deliciosamente envaidecido. Mas quando se fala isso e a resposta é uma repentina mudança de assunto; melhor dizer: “nunca mais te elogio”. Pior, é a resposta: “ok...”.



Quando "ela" tem medo de se apaixonar, a insegurança é travestida de rigidez, de um pulso forte e da desculpa de que "esta se dedicando a outra parte de sua vida". Quando ele tem esse medo, a insegurança transborda. Ele vira tudo o que uma mulher sonha ter de quem não a ama e vira tudo que ela abomina de quem não quer o amor.


A teoria imbecil volta a querer ter razão...


Quando "ela" tem medo de se apaixonar, a retração acontece quase que naturalmente. Quando ele tem medo, a poesia aflora incontrolavelmente...


Quando "ela" tem medo de se apaixonar, invade as páginas da internet e fica triste quando não vê nada sobre si escrito por ele. Quando ele tem medo, escreve à noite enquanto, mesmo sabendo o enredo, ela dorme preguiçosamente em meio ao travesseiro do desinteresse...


Pra terminar, quando uma mulher tem medo de se apaixonar, ela se reforça e releva as tentativas infantis de chamar sua atenção. Já ele, claudica em uma simples canção de "Ninar".

domingo, 27 de dezembro de 2009

What about now?




Hoje eu me permito algumas dúvidas.
Engraçado isso...

sábado, 12 de dezembro de 2009

...




I just can't feel more sorry than I do now...
I just can't find words to say or explain what I just can't understand neither...
Or either I walk on or I die drawning in remorse...
Please, a heart can break but it doesn't break even!

Rainbow has colors, not only one shade...
Even when it fades...
Believe me, I'm not that strong or even squared.
Not exact...

Please, I kindly ask you from the deepest part of my soul...
Forgive me.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Então É Isso...



Daqui a 22 minutos, completo 37 anos de existência neste atual mundo.
Independente de quanto tempo falta, cruzo esta linda linha da idade com uma palavra na cabeça e no coração; GRATIDÃO!
Eu sou um homem feliz. Se for neste momento ou não, isso não me importa! Hoje, eu sou assim!
Um cara que esta realmente emocionado com a quantidade de coisas boas que acontecem em minha vida.
Com a quantidade de pessoas especiais que me cercaram, e cercam, nos últimos tempos, sei que também sou especial. Mesmo que seja pra mim mesmo!
Não é que desejo aqui ser diferente de alguém, mas digo que a gratidão faz bem a todos!
Sorrir, com a sinceridade de quem é presenteado com a vida, saúde, paz, amor, luz e felicidade, não tem que ser obrigação, é simplesmente um humilde ato de gratidão.
Obrigado...
Obrigado...
Obrigado...
Aliás, obrigado a nada, eu agradeço não por ser obrigado a isso, mas pelo reconhecimento de ter o que tenho... e o que não tenho.
Estou prestes a cruzar a linha da "idade" sozinho, em minha cama, um pouco cansado, feliz e com uma taça de vinho (apenas uma tacinha porque dizem que faz bem ao coração). Mas o sentimento de carinho, de zelo, de conforto, de saúde me sacia a solidão... Não há solidão aqui. Pode haver saudade, pode haver lembrança, mas a gratidão me preenche por completo.
Resumindo, quero agradecer, primeiramente a Deus, a meus amigos e minha família pela paz, pela luz, pelo amor, pela saúde e pela felicidade.

E claro, quero agredecer a mim mesmo...
Principalmente a mim mesmo.
Obrigado Cláudio e parabéns!
Muita paz, amor, saúde, luz e felicidade!
:)

domingo, 6 de dezembro de 2009

"Alguém precisa ter coragem e envelhecer neste mundo."

Feels a bit like this! ;)