Resolvi estrear como Blogger. Tem tanta gente interessante “bloggeando” que resolvi entrar nessa onda. Antes tarde do que nunca. Uma auto-terapia... Uma observação... Aqui vou colocar de tudo. Textos, texturas, sensuras... senso... sensitive... Blog é para ser assim mesmo. Né não? Por que "S"ensura? Porque gosto do som do "S". Sentido, sexo, sensação, sorrir, saliva, sabor, ssssssss... Vamos colocar maisss "S"`s em nossa vida. :) Divirtam-se!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
E Terminamos Aqui...

Termina o dia com uma certa falta de sabor.
Afinal, alimentamos aquilo que é harmonia para não prestar atenção na letra.
Comecei o dia cantando “Back to You”.
Termino imaginando “Dreaming With a Broken Heart”.
De qualquer maneira, obrigado Deus por este dia de domingo.
Não há mais o que esperar agora.
Boa noite.

Um pouco de ressaca de sono premia o domingo abafado do meu quarto.
Os olhos lacrimejam com a noite pouco dormida.
Apenas para não acostumar com coisas boas.
Amo a noite bem dormida.
Essa não foi... Mas ok.
Hoje, mesmo me levantando só,
Foi um breve momento de contemplação ao ócio.
Vários e-mails do meu chefe, que fica recluso ao frenesi do trabalho sem limites.
Eu apenas rolei para o lado e vi a luz piscando.
Pensei: “como ele consegue?”
Mas por isso é o grande profissional que é.
Porém, eu sou diferente.
Acordei, caminhei pelos pêlos macios do meu tapete.
Esfreguei as bochechas flácidas da idade.
Como se fosse velho.
É gostoso envelhecer...
De certa forma...
Melhor ainda é caminhar pela rua Sentindo-se o único espírito nada animal da terra.
Enfim, um pouco de egocentrismo.
Sentei-me no sofá de coro negro...
Um pouco de incenso.
Algumas ligações...
Ninguém atende.
Um sms...
Outro.
Enfim, abro meu Mac Ultra Super Book.
Escrevo no blog.
Escuto John Mayer.
Digo a ela que vou ligar para minha mãe.
Digo que vou caminhar pelo Iguatemi.
Digo o que quero.
Como é doce escrever sobre o normal dia do dia.
Não há obrigação com o coração.
Há um pouco de tudo.
Muito do nada.
Mesmo sendo o inicio do “pomeriggio”
O fim do dia eu já sei como será.
Pode ser que volte aqui e diga mais o que quero.
Afinal, o dia é meu.
Como é doce escrever sobre o dia do meu dia.
De novo, o dia é meu.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
A Noite, Quando a Gente Reza...
Ela deu cor, cheiro e gosto ao que chamo de Chama
Insonia com a razao simples da raiva
Infanto juvenil homem
Adulto
Idiota
Nao ha posicao que acalme o pensamento
Nem mesmo chafurdado neste imprestavel travesseiro que afunda so de respirar
Odeio coisas moles!
Deu luz, forma e criou prece ao que achava que era pecado
Em nome do seu corpo, desejo e sexo, amem.
Perdao Deus, nao blasfemo aqui
Eh que mesmo nao havendo comparacao
O sexo dela virou reza para um louco que se preza.
Ela nao eh religiao
Nao eh deusa
Acho cafona chamar uma mulher de deusa
Mas entender a reza das nadegas
Ou a prece dos seios
E um exercicio de fe e perseveranca
Nao ha duvidas sobre o que desejo.
E desejo, eh um Amem.
Sister of Night

Quem nunca teve, ou sonha em ter, uma "sister of night" (ou brother of night)?
Essa musica e daquelas que eu amaria ter escrito... Mas alguem leu isso antes de mim... OU melhor, escreveu.
Sister of night
When the hunger descends
And your body's a fire
An inferno that never ends
An eternal flame
That burns in desire's name
Sister of night
When the longing returns
Giving voice to the flame
Calling you through flesh that burns
Breaking down your will
To move in for the kill
Oh sister
Come for me
Embrace me
Assure me
Hey sister
I feel it too
Sweet sister
Just feel me
I'm trembling
You heal me
Hey sister
I feel it too
Sister of night
In your saddest dress
As you walk through the light
You're desperate to impress
So you slide to the floor
Feeling insecure
Sister of night
With the loneliest eyes
Tell yourself it's alright
He'll make such a perfect prize
But the cold light of day
Will give the game away
Oh sister
Come for me
Embrace me
Assure me
Hey sister
I feel it too
Sweet sister
Just feel me
I'm trembling
You heal me
Hey sister
I feel it too
sábado, 16 de janeiro de 2010
Hã?

Há dias que eu piro... E escrevo coisas sem sentido como esta:
Ei, convenhamos...
Ficar perto de mim é muito melhor do que esta soberba debochada aventura leviana.
Senão leviana pelos prazeres, leviana pela debandada.
Quem fica, sente na boca um gosto horrível que parece uma caixa de fósforos vazia.
Me deixar assim, é no mínimo leviano!
Há quem chame isso de saudade.
Sabia que descobri que a saudade traz frio?
Gela tudo por aqui.
Meu peito se sente descoberto sem os cabelos dela.
Isso sem contar a falta do calor languido da penugem que ela tem...
E aqueles montes?
Sonho meu, sonho meu...
Mas sonhar é uma aventura egoísta.
A Mente mente.
Quando se acorda
Não se sente mais nada.
E como beber vento e mastigar o ar.
Aliás, acho que perdi quase todos sentidos, porque não há cheiro, gosto ou tato.
Isso me irrita.
Quero prazer.
Minha mente está quase insaciável.
Saudades da carne tua.
Falando em carne;
Sabia que descobri que posso te desenhar no escuro?
Mas, de novo, não se sente além da mente.
Anda!
Vem logo porque quero
Nada de doses educadas!
Me descobri um mal-educado na paixão.
Mas o que falta não é apenas a dita carne.
Não se trata faltar o que tocar, pegar ou mastigar.
Há quatro cúmplices das minhas vontades em minha cama.
Calma, são fofos, brancos e se sente o cheiro deles quando acordamos.
Se chamam travesseiros.
As penas dos travesseiros não enchem minha taça de vinho e nem a saliva em minha boca.
Ao contrário.
Ficou tudo meio seco.
Quero cheiro, sopro, pelos e perguntas.
“Você mente?”
Adianta te responder a verdade?
As vezes, poderia ser mais fácil ser apenas animal.
Não há necessidade de me explicar.
Quem entende a língua dos cães?
Mesmo assim, são fieis.
